Posts Tagged ‘respiração’

Primeira consulta informativa e de aconselhamento M6 Quarta, 2 de Dezembro, 2009

A primeira consulta informativa e de aconselhamento da Clínica M6 é inteiramente gratuita.

Pretendemos que esta seja uma oportunidade para que todos possam expor os objectivos que pretendem alcançar e esclarecer as dúvidas sobre os tratamentos adequados.

A nossa Case Manager, Sofia Amaral, ajudá-lo-á a encontrar o tratamento mais adequado e, sempre que necessário, um dos nossos Médicos Especialistas intervirá na consulta, de forma a partilhar consigo a sua opinião médica.

Feito o diagnóstico e elaborado o plano de tratamento, é apresentado o respectivo orçamento, bem como a modalidade de pagamento mais ajustada às possibilidades do paciente. A Clínica M6 ajuda a encontrar soluções de financiamento de tratamentos, por períodos que variam entre 6 meses e 6 anos.

O nossos sistema de acolhimento é, pois, muito completo e totalmente pensado na comodidade dos seus pacientes.

Relembramos que esta primeira consulta, que se tem revelado da maior utilidade, não implica nenhum compromisso.

Primeira consulta informativa e de aconselhamento M6 Segunda, 2 de Novembro, 2009

A primeira consulta informativa e de aconselhamento da Clínica M6 é inteiramente gratuita.

Pretendemos que esta seja uma oportunidade para que todos possam expor os objectivos que pretendem alcançar e esclarecer as dúvidas sobre os tratamentos adequados.

A nossa Case Manager, Sofia Amaral, ajudá-lo-á a encontrar o tratamento mais adequado e, sempre que necessário, um dos nossos Médicos Especialistas intervirá na consulta, de forma a partilhar consigo a sua opinião médica.

Feito o diagnóstico e elaborado o plano de tratamento, é apresentado o respectivo orçamento, bem como a modalidade de pagamento mais ajustada às possibilidades do paciente. A Clínica M6 ajuda a encontrar soluções de financiamento de tratamentos, por períodos que variam entre 6 meses e 6 anos.

O nossos sistema de acolhimento é, pois, muito completo e totalmente pensado na comodidade dos seus pacientes.

Relembramos que esta primeira consulta, que se tem revelado da maior utilidade, não implica nenhum compromisso.

Respirar para vencer o stress Terça, 13 de Outubro, 2009

Faça uma lista das alturas do dia em que tem tendência para se sentir menos relaxado. O seu stress pode ser desencadeado por um local, pessoa ou acontecimento.

Avalie cuidadosamente cada actividade diária, em termos de nível de stress.

Poderá precisar de pensar durante alguns dias.

Sempre que conseguir identificar um factor de stress, aponte-o.

Faça também uma lista de acontecimentos futuros, que o fazem sentir-se ansioso.

Invente lembretes visuais para se lembrar desses factores de stress e coloque-os em lugares estratégicos. Concentre-se nesta tarefa durante alguns minutos.

Respire fundo e regularmente sempre que o lembrete lhe chamar a atenção.

Imagine que se libertou da sua tensão para sempre.

Mais tarde ou mais cedo, não precisará que o lembrem para começar uma respiração relaxada. Esta tornar-se-á natural, mesmo em fases de stress.

Tendências Respiratórias Terça, 13 de Outubro, 2009

Temos tendência para respirar usando um de dois grupos de músculos principais.

Na respiração do peito, a caixa torácica movimenta-se para cima e para fora e o ar penetra na parte superior dos pulmões, mais do que na parte inferior.

Na respiração abdominal, o diafragma contrai-se, de modo a que o ar entra na parte inferior dos pulmões.

A respiração do peito é útil após a prática de exercício físico, dado que o corpo tem uma necessidade urgente de oxigénio.

Contudo, durante períodos sedentários, este tipo de respiração exige um esforço desnecessário, dado que não leva oxigénio à parte inferior dos pulmões, cuja irrigação de sangue é mais abundante. Neste caso, é preferível a respiração abdominal. A contracção do diafragma exige um gasto mínimo e melhora a ventilação na parte inferior dos pulmões.

Os bebés e as crianças respiram assim naturalmente mas, por muitas razões, na idade adulta esquecemo-nos desta respiração. Se nos aplicarmos na reaprendizagem desta capacidade, começamos a sentir-nos mais descontraídos.

Para determinar a sua capacidade respiratória, deite-se de costas no chão.

Se, enquanto inspira naturalmente, o seu peito se eleva, tem tendência para a respiração torácica. Se for o abdómen a elevar-se, a sua tendência é diafragmática.

Em qualquer caso, é sempre benéfico praticar uma respiração descontraída e diafragmática.

Adopte uma posição confortável e expire, através de uma exalação longa e lenta.

Volte a inspirar quando sentir que os seus pulmões estão vazios, mas garanta que é o abdómen que se eleva.

Expire completamente.

Passe dez ou quinze minutos todos os dias a respirar intencionalmente desta forma.